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6 erros tributários que prejudicam sua empresa e como evitá-los com segurança jurídica

  • islaribeiro5
  • 6 de ago.
  • 2 min de leitura

A legislação tributária brasileira é reconhecida por sua complexidade. Normas que muda constantemente, interpretações diversas e obrigações específicas tornam o ambiente fiscal um verdadeira campo minado para empresários desavisados.


Mesmo erros cometidos sem má-fé podem gerar multas, autuações e prejuízos significativos. A seguir, apresento os equívocos mais comuns e, principalmente, como evitá-los com apoio jurídico.


1- Escolha equivocada do regime tributário

Empresas muitas vezes permanecem no Simples Nacional por comodidade, mesmo quando já não é mais vantajoso. Outras optam pelo Lucro Presumido sem considerar deduções permitidas no Lucro Real.


Erro comum: Escolher o regime com base apenas no faturamento.


Consequência: Pagamento excessivo de tributos ou exposição a riscos fiscais.


Exemplo real: Uma empresa no setor de serviços com margem de lucro apertada economizou 23% ao migrar do Lucro Presumido para o Lucro Real após análise jurídica detalhada.


2- Classificação fiscal incorreta (CNAE/NCM)

A escolha errada dos códigos fiscais impacta diretamente os tributos devidos. Muitos empresários utilizam códigos genéricos ou desatualizados, o que:


  • Gera pagamento indevido;

  • Pode causar perda de benefícios fiscais;

  • Facilita autuações por divergências.


Revisar os códigos periodicamente é fundamental e essa interpretação deve ter base jurídica, não apenas contábil.


3- Falhas na escrituração e documentação

Notas fiscais mal preenchidas, lançamentos errados e ausência de documentação podem:


  • Anular créditos fiscais;

  • Gerar autuações;

  • Comprometer a imagem da empresa em fiscalizações.


Solução: Manter a escrituração integrada com o setor jurídico, alinhando a contabilidade e estratégia.


4- Desconhecimento de incentivos fiscais

Muitos estados e municípios oferecem incentivos relevantes para determinados setores, mas a maioria das empresas sequer sabe que tem direito a eles:


Exemplos:

  • Isenção de ISS;

  • Redução de ICMS interestadual;

  • Programas federais de desenvolvimento regional.


Dica prática: Realize um diagnóstico jurídico-fiscal anual para mapear benefícios aplicáveis.


5- Ausência de planejamento jurídico preventivo

Empresas que operam de forma reativa acumulam prejuízos silenciosos. Com assessoria jurídica preventiva, é possível:


  • Validar operações com impacto tributário;

  • Reduzir riscos contratuais;

  • Reagir rapidamente a mudanças legais;

  • Estar preparado para fiscalizações.


6- Tributos pagos a maior ou em duplicidade

É comum que empresas paguem tributos indevidamente por falhas técnicas, como:


  • Aplicação incorreta de alíquotas;

  • Cobrança cumulativa de impostos sobre o mesmo fato gerador;

  • Inclusões indevidas na base do PIS/COFINS.


Boa notícia: A legislação permite a recuperação desses valores nos últimos cinco anos, seja por compensação ou restituição.


Mas atenção: É necessário apoio jurídico para identificar e garantir segurança no processo.


Quando revisar sua situação tributária?


  • Ao final de cada exercício fiscal;

  • Após crescimento ou expansão da empresa;

  • Em casos de mudança de atividades, CNAE ou faturamento;

  • Quando houver dúvidas sobre recolhimentos anteriores.


Conclusão

Erros tributários não são meras falhas operacionais, são riscos reais e concretos.


Empresas que negligenciam o planejamento e a revisão tributária:


  • Pagam mais do que deveriam;

  • Acumulam passivos ocultos;

  • Correm risco de autuações e bloqueios.


Se você deseja proteger sua empresa e recuperar valores pagos indevidamente, conte com assessoria jurídica especializada.

 
 
 

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